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Posts Tagged ‘paixonite’

(re)descobrindo…

Sob uma paisagem outonal, próximo dos versos soltos, viajamos ao som de doces canções; e, desses acordes, surgem pequenas palavras e breves diálogos que desenham sorrisos, no eterno descobrir, aprender… viver. Reviver!!

 

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Você: Já sei por que nos damos tão bem.

Eu: Por quê?

Você: Porque você ama música, porque você me entende, porque você canta comigo, porque você é sensível, porque você é a minha metade mais completa, e, por sua culpa redescobrir algumas coisas que pensei ter perdido.

Eu: o que, por exemplo?

Você: Que para ser feliz precisa-se de muito pouco…

Eu: eu te amo!

 

“Você me faz tão bem que quando chega perto
com esse seu sorriso aberto,
muda o meu olhar, meu jeito de falar.
Junto de você fica tudo bem, tudo certo. “

Paixões… Conversas… Palavras

Por: Mônica e Suzana

Queria não lembrar mais da palavra apaixonar. Só esqueceu que ela estava lá, tatuada no olhar. Impossível de se apagar.  (@mônicacompoesia)

E de tanto querer esquecer, lembrava sempre e voltava a se apaixonar esquecendo do que queria esquecer…

…única e exclusivamente por fazer merecer o dom de imperfeitamente poetar para sobreviver apaixonada pela poesia que se sabe escrever. (@mônicacompoesia)

Era assim: apaixonada, apaixonante. Apaixonava e esquecia. Vivia, chorava, sorria… Desistia da paixão, mas quando escorria letras no papel voltava a se apaixonar esquecendo as pausas de um amor não correspondido.

Crescia menina verseada entre lágrimas e sorrisos. Corria todos os dias o agridoce risco de ser feliz escrevendo por isso. (@mônicacompoesia)

E continuava a escrever e a apaixonar-se, sendo assim, escrevia com paixão, por paixão, pela paixão!! Apaixonava-se e escrevia. Escrevia pela vontade de se apaixonar.

 

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E os versos surgiram no facebook depois da seguinte frase: “Coração lerdo, coração burro… quem mandou amar errado??? E por culpa sua, coração, você ficará fechado!”

Que possamos construir novos versos!

Muito obrigada Mônica!

Descobertas

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Quero que descubras-me dentro de ti,
dentro do seu silêncio, no meio do caminho,
nas entrelinhas das suas palavras…
Descubra-me em cada vírgula que tu escreves
e nas suas frases prontas,
porque estou pronta pra ti. 
Descubra-me em suas imagens,
no seu auto retrato,
nas suas fotos de polaroide.
Descubra-me em seus poemas
porque neles há verbos que falam sobre mim.
Descubra-me!
Descubra-me dentro do seu sentir!

Simples querer…

image Não quero falas, mas queria poder olhar em seus olhos agora e dizer “te amo”.
Queria tocar a sua pele, sentir o seu cheiro e saborear cada pedaço seu.

Não quero seus poemas cantados, mas quero sua boca em minha boca,
pele na minha pele, escorrendo o seu adocicado sabor em meus lábios.

Não quero palavras, quero apenas a sua presença sem fim.
Quero os seus versos derramados em meu corpo, quero você escrevendo em mim.

Não quero músicas, mas quero a sua mão dedilhando a minha pele.

Não quero levar flores para você, mas quero o seu perfume derramado em mim.

Não quero… mas quero!

É um querer atravessando o meu bem querer.

É o meu querer chamando todos os dias por você…

Melodia…

E pode até parecer uma paixonite aguda, platônica, mas é essa sentimentalidade que me deixa leve e com um sorriso estampado no rosto. Um sentimento que transforma-se em lápis para compor minhas rimas, é a melodia que dedilha as cordas do meu violão. É o aroma, o abraço, é o meu passo em compassos caminhados pelo vento…

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“Novo dia
Sigo pensando em você
Fico tão leve que não levo padecer
Trabalho em samba e não posso reclamar
Vivo cantando só para te tocar.

(…)

A água do mar me bebe
A sede de ti prossegue
A sede de ti…”

(Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte)

*Ouvindo Marisa Monte – O bonde do dom

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